Quando pensamos em crianças, logo associamos à imagem angelical de pureza e doçura. Por isso causa-nos, por vezes, grande espanto e desorientação ao ver atitudes agressivas em crianças pequenas.
A agressividade das crianças de hoje é um tema que preocupa pais e educadores, levantando muitas questões sobre a sua origem. Será a televisão? Os jogos? As famílias? As escolas?
Existe uma correlação entre o comportamento das crianças e dos adultos que são figuras de referência: pais, outros familiares, vizinhos, professores ou auxiliares de acção educativa.
As crianças tendem a replicar os comportamentos observados e, se virem frequentemente os pais a discutirem entre si, ou a reprimirem as suas ‘traquinices’ com agressões verbais ou físicas, é natural que também elas adoptem posturas mais agressivas nos diferentes contextos de interacção.
Segundo psicólogos da área da terapia familiar, da parte dos pais, as crianças necessitam de todo o afecto e de pontos de referência. São estes que estabelecem os limites e que muitas vezes, não obstante o amor sentido, têm de dizer não (e nem sempre é fácil encontrar uma forma adequada de o fazer). São os pais que lhes ensinam o que é amar – e este é um sentimento que não se faz de bens materiais (prendas ou brinquedos) ou de maior nível de cedência com as exigências dos mais pequenos. Os pais que pretendem capacitar os filhos para uma maior gestão das emoções sabem que não são os brinquedos ou chocolates que irão ajudar os seus filhos, mas sim a sua atenção, disponibilidade e afecto, bem como firmeza quanto a limites, explicando o porquê dos princípios, partilhando as suas próprias histórias e sentimentos, transmitindo valores.
Passar várias horas diárias em frente à televisão, computador, videojogos, tem sido apontado como actividades que promovem a agressividade.
Tal ocorre quando estas ‘actividades’ não são devidamente acompanhadas, pois há bons programas de televisão, tal como jogos, do ponto de vista pedagógico. É importante que os pais acompanhem este visionamento e seleccionem a programação, ou jogos – de modo a poderem verificar o nível de agressividade dos mesmos, explicarem e reformularem as situações a que as crianças assistem, ajudando-as assim a desenvolverem a capacidade de lidar com situações tensas ou agressivas.
Ao contrário do que se possa pensar, a adolescência não é a fase em que as crianças são mais agressivas. Segundo um estudo canadiano, realizado por Richard Tremblay, é entre o primeiro e o quarto ano de vida que se verifica o maior índice de agressividade.
E você, qual considera ser a forma mais justa de explicar a uma criança o que deve ou não fazer?
ola boa noite a todos….olha pastor esse debate tem tudo aver com o meu pasado..vim de uma familia muito umilde me casei muito nova com 14 anos e tive 3 filhas que hoje e meu orgulho…vivi por muito tempo de aparençia porque tinha medo de me separar e minhas filhas serem prejudicada… o pai delas era um homem que não pagava nem a comida que comia…tipo de pai apenas no nome , criei minhas filhas com muita dificuldade mas sei que valeu a pena meu esforço …vivi um relacionamento de 24 anos me sacrifiquei por elas…elas virão de tudo de mal e todo tipo de nome que eu levei , que por veses e melhor vc leva um tapa na cara do que olvi..so que eu acreditei que um dia deus iria me compesar por tudo isso….porque não era vida nem pra mim e nem pr elas…..ate chego um dia que elas chegarão a mim e diserão…mãe isso não e vida vamos sair e viver em paz chega de sofrimento vc merece ser feliz e nos precisamos de um pouco de paz….foi então que eu parei e pensei..nossa meu deus ja não consigo disfarça essa vida…me senti vergonha da minhas filhas,pois elas me deu conselho pr eu me separa não suportarão ver tanto sofrimento e viver em delegaçia dando parte do pai comigo , e nada era feito …e minhas filhas pastor não se espelho no pai elas tem e vergonha de ter o pai que tem …tenho muito orgulho de ter as filhas que tenho elas tinha tudo pr ser mal porque o pai so deu exeplo de maldade…mas com a graça de deus se espelharão em mim,umas sonhadoras estudiosas e o meu objetivo aqui em portugal e faser delas um doutora e deus ta abrindo todo dia uma porta pr mim aqui nesse pais maravilhoso onde eu encontrei a paz…….não vo contar minha vida toda porque seria eu escrever varios livros..rsrsrrs…..agora vo termina disendo apenas uma frase……o não faz parte de uma boa criação pr um filho,nunca diga apenas o sim…..o não as veses doi mas educa …tenha uma boa noite…fica na paz do senhor…
BOA NOITE ,PASTOR
Uma das grandes dificuldade dos pais é lidar com a agressividade de seus filhos.
Quando o bebê nasce, ele traz impulsos amorosos e agressivos, e a medida que vai sendo cuidado pelos pais, passa a construir vínculos afetivos e a desenvolver seu relacionamento interpessoal.
Essa fase é muito importante, porque assim, ele passa a conhecer o mundo à sua volta e a alicerçar sua personalidade. Sendo assim, é necessário que sinta-se cuidado e protegido.
Com o passar do tempo, a criança tem nos pais um modelo e então relacionam-se com outras pessoas assim como seus pais o fazem. Se têm um relacionamento calmo, é assim que a criança se comportará na maioria das vezes, e se têm um relacionamento mais conturbado, ela provavelmente seguirá esse modelo de comportamento.
portanto acredito que os pais tem que viver o mundo da criança…e nâo a criança passar a viver a vida dos pais!!!por exemplo pais leva seus filhos para bares…..etc
Boa noite Pastor.O meu filho ate e uma criança muito meiga,e tb nao tem pai.E eu ate acho que nao sou la grande mae,porque nao tenho muita paciençia pra certas coisas.Por isso eu acho que e as companhias,quer seja na escola ou na rua que fazem as crianças ficarem agressivas.